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Atualizado em 2026-02-20. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
== Origem do nome == A palavra adrenalina foi criada pelo cientista que conseguiu isolar este hormônio pela primeira vez, o cientista japonês Takamine Jōkichi , que formou o nome em questão, tomando o nome dos rins, sobre o qual se situam as glândulas secretoras, como já mencionado. Utilizou então ad- (prefixo que indica proximidade), renalis (relativo aos rins) e o sufixo -ina, que se aplica a algumas substâncias químicas (as aminas).
Fontes: pt.wikipedia.org
Quando lançada na corrente sanguínea, devido a quaisquer condições do meio ambiente que ameacem a integridade física do corpo (fisicamente, ou psicologicamente como a ansiedade), a adrenalina aumenta a frequência dos batimentos cardíacos (cronotrópica positiva) e o volume de sangue por batimento cardíaco, eleva o nível de açúcar no sangue (hiperglicemiante), minimiza o fluxo sanguíneo nos vasos e no sistema intestinal enquanto maximiza o tal fluxo para os músculos voluntários nas pernas e nos braços e "queima" gordura contida nas células adiposas. Isto faz com que o corpo esteja preparado para uma reação, como reagir agressivamente ou fugir, por exemplo. Afeta tanto os receptores beta¹-adrenérgico (cardíaco) e beta²-adrenérgico (pulmonar). Possui propriedades alfa- adrenérgicas que resultam em vasoconstrição. A adrenalina também tem como efeitos terapêuticos a broncodilatação, o controle da frequência cardíaca e da pressão arterial, dependendo da dose. Na anestesia local é utilizada como coadjuvante, causando vasoconstrição para perdurar o efeito do anestésico, visto que uma área menor de vaso sanguíneo degradará menos o fármaco.
Fontes: pt.wikipedia.org
O material genético contém a informação genética de uma forma de vida orgânica. Nos seres vivos e retrovírus, o material genético consiste quase exclusivamente de ácido desoxirribonucleico (DNA) de cadeia dupla. No caso de alguns vírus DNA, o material pode ser DNA de cadeia única, enquanto os vírus RNA têm o ácido ribonucleico RNA como material genético. Em geral, cada célula tem uma quantidade média constante de material genético ao longo da sua vida. Em relação à quantidade de material genético, em cada organismo, é observada uma variação muito significativa. Por um tempo existiu o raciocínio de que os organismos de menor complexidade, como as bactérias e archaeas (procariotos) possuem menor quantidade de material genético, enquanto os organismos de maior complexidade, como os eucariotos, possuem-no em maior quantidade. Com a justificativa de que quanto maior o genoma, mais genes e portanto maior a capacidade de funções e maior complexidade. Todavia, a relação entre a maior quantidade de material genético e o aumento da complexidade do organismo não é linear, nem correta. Se observamos a diferença entre uma bactérias de funcionamento menos complexo com as bactérias de maior complexidade, podemos ver um aumento de quantidade de material genético. Entretanto, ao compararmos os mesmos parâmetros ou parâmetros similares entre organismos eucariotos, não existe essa relação.
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Um exemplo é que a ameba Ameba dubia, que é um organismo unicelular, possui aproximadamente 200 vezes mais material genético que o ser humano, que é considerado por muitos o organismo mais complexo conhecido. A natureza de dupla cadeia do DNA permite a correção de mutações e é muito menos sujeito à mutações, enquanto o RNA é bem mais sujeito à degradação. Por isso, as células atuais usam o DNA para resguardar a informação genética e o RNA principalmente para construir proteínas a partir de instruções do DNA, na forma de RNA mensageiro, RNA ribossômico e RNA de transferência. Tanto o RNA quanto o DNA são macromoléculas compostas de nucleotídeos, ligados entre suas unidades por ligações fosfodiéster dos quais existem quatro disponíveis em cada molécula: Para o DNA - Adenina (A); Citosina (C); Timina (T) e Guanina (G). Para o RNA - Adenina (A); Citosina (C); Uracila (U) e Guanina (G). O material genético em sua sequência de nucleotídeos compõe um código, o código genético. Responsável por resguardar as informações necessárias para o desenvolvimento do organismo que o possui. E deve também permitir mudanças, para que se dê espaço para a ação da evolução por seleção natural. Por ultimo deve ser capaz de se replicar, para que possa ser perpetuado nas gerações futuras. O código genético é transcrito e traduzido para que se sintetize as proteínas necessárias para a manutenção da vida do organismo.
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Collagen Peptides é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Collagen Peptides apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Collagen Peptides)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Collagen Peptides)